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Cedral – Criança tem complicações após tomar medicação injetada, dipirona!






Uma bebê de oito meses irá passar por pequena cirurgia em Cururupu após receber medicamento injetado por técnica de enfermagem em local errado. O caso aconteceu em Cedral a 222 km da capital, há mais de um mês. Na cidade não havia pediatra e a criança foi atendida por um clínico geral.

Entenda o caso:

A mãe da bebê Sara, de oito meses conta que foi parar no hospital por diversas vezes após, sua filha receber medicamento injetável, dipirona em local errado, relata.

Segundo a mãe da criança, a bebê foi levada ao posto de saúde no dia 11 de abril, após apresentar gripe e uma temperatura de 36º, de febre, a criança foi medicada e o que era para ser a solução do problema, virou dor de cabeça.

Com o passar dos dias, dona Veridiana Souza mãe da criança, conta que começou a aparecer um hematoma, a criança chorava sem parar e passou a observar que o caso foi se agravando, preocupada lamentava com seu esposo o ocorrido, no local que foi injetada a medicação, ficou bastante inflamado, e a suspeita dela, é que o problema tenha sido causado por aplicação incorreta de medicamento, dipirona.

Nas semanas seguintes Veridiana conta que a criança chorava muito e passou ir ao posto com mais frequências e nada de concreto era medicado além de simples pomadas, e a criança continuava a piorar, e os atendentes falavam que era normal, disse a mãe.

Ainda segundo relatos da dona Veridiana, a chefe da equipe de técnicos do posto, identificada como (Joice), chegou a perceber sua presença por diversas vezes em atendimento e mesmo a par da situação, fingiu não saber e não deu atenção ao caso que é grave, relatou a mãe, e continuou, que não foi procurada nem mesmo pela secretaria de saúde local para averiguação do caso.

Sem saída, pai e mãe da criança choravam e desesperados resolveram procurar a promotoria local e denunciaram o caso, dona Veridiana disse ainda que está sendo muito criticada, mais está disposta a levar o caso a diante pois não é a primeira vez que casos semelhantes e mais graves envolvendo a saúde acontecem no município, que é carente de atendimento e com pouquíssimos recursos disponíveis para atender a população com rapidez.

Com apenas oito meses de vida, Sara foi atendida por um clínico geral, pois não havia atendimento pediátrico disponível, informações repassadas relatam que quando há consultas do especialista, são disponíveis apenas duas vagas por município, que hoje somam mais de trinta povoados e localidades.

Por diversas vezes entramos em contato com a secretária de saúde municipal (Tatiana), para saber se o caso está sendo acompanhado e se houve negligência médica, mas não fomos atendidos, até a publicação desta reportagem

Do Blog do Jeremias Ribeiro

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